ENCERRAMENTO – ENCONTRO COM EMPRESÁRIOS

A imagem pode conter: 7 pessoas, pessoas sorrindo, pessoas em pé

No dia 11 de dezembro encerrei a turma III do curso Despertar o Ser para Ser Feliz para micro e pequenos empresários.
Gostaria de agradecer a oportunidade de poder conhecê -los, de poder contribuir no crescimento e desenvolvimento das atividades profissionais! Os espero em janeiro na manutenção.

Muito obrigado!

FORMAÇÃO DA NOVA TURMA
E para os interessados em participar, as inscrições para a nova turma já estão abertas: a palestra de apresentação acontecerá no dia 29 de JANEIRO de 2019 às 8:30.
A inscrição poderá ser feita através do link:
https://goo.gl/forms/TzqeIkuFAjQhtNO43

A SUA PROFISSÃO É O GRANDE INSTRUMENTO PARA AUMENTAR A FELICIDADE

O colaborador também precisa pensar e objetivar ser feliz na vida profissional.

Sempre precisamos criar objetivos, principalmente ao chegar o final de ano,  porque é quando realizamos a reflexão do ano que está terminando e começamos a traçar os objetivos para o ano seguinte.

Ao invés de colocar o sucesso como prioridade, o mais interessante é readequar. Priorizando a felicidade e colocar como consequência o sucesso.

Nem sempre a pessoa que alcança o sucesso é feliz, mas quem alcança felicidade tem todas as condições para se obter o sucesso.

Lembrar que o grande sonho do ser humano é alcançar a felicidade e que o grande desejo de Deus é a felicidade do ser humano.

Uma pessoa feliz consegue desenvolver a sua missão pessoal, no casamento e profissional plenamente. Isso é um fator já comprovado pelos gestores de grandes empresas.

Como o segredo da felicidade é a capacidade que temos de fazer os outros felizes, não será tão difícil aumentar substancialmente a nossa felicidade.

O cumprir a missão é entender que não devemos praticar as coisas encarando-as como obrigação, mas sim com o espírito de voluntário.

Portanto, o local onde se está cumprindo a missão, será o local ideal para gerar e aumentar a sua felicidade.

A CAUSA DO DESEMPREGO ESTÁ NAS NOSSAS MÃOS

Atendi nesta semana um caso inédito de um profissional, devidamente qualificado na sua área, que está com dificuldade de conseguir uma nova colocação há aproximadamente 10 meses. Uma pessoa muito centrada na vida profissional, que sempre pratica da melhor maneira a sua função nas empresas onde prestou serviços.

No atendimento, ouvindo suas ponderações, relembrei de um projeto que lancei na época em que fui diretor de uma Fundação. Minha missão era apoiar e auxiliar as pessoas que estavam passando dificuldades em encontrar colocações profissionais. Aprendi muito desenvolvendo esse projeto principalmente para mostrar o caminho da solução do problema que pode estar na elevação do nível espiritual.

Se uma pessoa cair dentro de um vidro grande, embora tente de várias maneiras sair (horizontalmente), terá sempre as paredes do vidro como obstáculos. Portanto, a única saída seria a busca pela elevação para poder sair por onde entrou.

A saída está dentro de cada um, pois, ninguém passa por aquilo que não plantou. Quer dizer, precisamos através de uma reflexão encontrar a causa, isto é, o que plantou.

Depois de muito refletir, concluímos que existem diversas razões como por exemplo:

1. Falta de gratidão pelo trabalho: reclamando da empresa, da função, do superior dos colegas de trabalho.
2. Faltar
3. Chegar atrasado
4. Fazer hora no expediente.
5. Não cumprir plenamente a sua função.

Existem diversas práticas que prejudicam a empresa que nos paga religiosamente o seu salário.

As correções das falhas acima certamente elevarão a nossa espiritualidade e consequentemente resolverão os nossos problemas.

Além disso, nunca faltarão oportunidades de trabalho bem como conseguir ascensão nos cargos. O segredo está em como cumprir a nossa missão plenamente como pessoa e como profissional.

EDUCAR É FORMAR HOMENS BONS

A base de uma boa educação se alicerça em casa, vinda dos pais, e não na escola, como querem alguns. A escola tem a missão de alfabetizar a criança.

Não se deve delegar à escola a responsabilidade de educar um filho, pois esta obrigação é dos pais. A educação tem que ser de uma forma pragmática e para saber como educar bem em filho é necessário que os pais, em primeiro lugar, entendam a sua verdadeira missão.

A missão dos pais, através da educação dos filhos, é poder prepara-los como pessoas capacitadas para servirem a Deus e à humanidade.

Se os pais não entenderem essa missão, não será possível ensinar aos filhos a verdadeira educação. É muito importante entender que a finalidade da educação, na verdade, é a formação de homens bons.

Segundo Mokiti Okada “a verdadeira educação é aquela que ensina o princípio de que o bem leva o homem à felicidade e o mal leva-o à desgraça”. E também que “a educação que forma homens incapazes de distinguir o Bem e o Mal está baseada na pseudoverdade”

De acordo com as leis da natureza, a verdadeira educação começa desde a concepção de um filho. A partir do momento em que passa a existir o espírito nesta criança, ela começa então receber dos pais as primeiras informações para a sua formação, porque existe entre os pais e os filhos uma ligação invisível que se chama elo espiritual.

Este elo funciona como um canal entre os pais e os filhos. Através dele é que os filhos herdam todas as características que podem ser positivas ou negativas de seus pais. A formação inicial, portanto, é espiritual.

Todas as atitudes dos pais, as práticas na vida cotidiana, influenciam diretamente na formação de um filho, e a soma desses comportamentos é que vai servir de base para a verdadeira educação das crianças.

É importante que os pais entendam isso. Esta parte invisível é a que os materialistas não conseguem compreender. Se formarem um casal que viva em constante harmonia, forem altruístas, praticando sempre o bem e pensando sempre na felicidade do próximo, disto é que resultará uma base sólida para que se possa educar um filho, fazendo com que ele conviva sempre com informações positivas para a consolidação de seu caráter.

Os filhos nascem por nosso intermédio, mas não nos pertencem, e sim a Deus. Isto é interessante se analisarmos o desenvolvimento de uma criança até que ela se torne um adulto. Desde o momento em que se corta o cordão umbilical já há uma primeira fase de separação. Depois vem uma fase em que ela começa a andar, logo em seguida passa a se alimentar sozinha, tornando-se cada vez mais independente em relação aos pais com o passar dos anos.

Com o tempo, atingindo um certo grau de amadurecimento, sentirá a necessidade de viver sua própria vida, com uma outra pessoa, em uma outra casa. É como o ciclo dos animais na natureza. Os pais voltam a viver novamente sozinhos como no início do casamento.

Todo ser humano recebe ao nascer três tipos de influência: informações acumuladas de uma vida anterior; a herança dos nossos ancestrais e também tudo que os pais já passaram para nós nesta vida antes de nascermos. São muitas influências em nossa formação.

Existe também uma determinação divina. A criança nasce em uma determinada família para cumprir sua missão, que é designada por Deus. Poderíamos chamar a isto de prédestino. As crianças vêm do mundo material já sabedoras de onde vão nascer e quanto tempo irão viver. Nossa missão é dar melhores condições possíveis na parte espiritual, para que os filhos tenham uma possibilidade a mais de compreender suas missões. Entender como e o que vieram fazer neste mundo.

Mokiti Okada nos orientou que aquele homem que não sabe o que veio fazer neste mundo está vegetando levando uma vida vazia e ociosa, por não entender sua missão no mundo material.

Os pais devem estar atentos ao momento oportuno para ensinar às crianças determinadas práticas. Na base da educação temos que nos preocupar em desenvolver na criança a criatividade, a espontaneidade e a percepção. Tudo dentro de um bom senso, dando a ela uma tarefa que poderá ser cumprida sem problemas, de acordo com seu potencial. Essa é a verdadeira missão dos pais.

A IMPORTANCIA DO ESPIRITO DE OBEDIENCIA

Em um Congresso para Frequentadores que realizei, observei um jovem membro que estava dedicando. Dirigi-me até ele e convidei-o para participar de uma reunião com jovens que realizava todos os sábados. Percebia que era um rapaz que não se entrosava muito com as pessoas. Bastante orgulhoso, não aceitava a vontade de ninguém a não ser a sua.

Ele começou a participar das reuniões e, um dia, veio conversar comigo, confessando-se abertamente um “encrenqueiro”. Brigava com todo mundo no serviço e nunca pedia desculpas. Ele ia me contando suas dificuldades mas, por nenhum instante, julgava-se errado. Ouvi-o e, a seguir, orientei-o sobre o que Meishu-Sama diz a respeito de “humildade”: “Você conhece o pé de trigo? Sabe como ele é?” “Sim, eu sei” – respondeu. “Pois então, sabe que o pé de trigo, quanto mais carregado de grãos estiver, mais curvo é. Já o que possui poucos grãos, não se curva, está sempre em pé, ereto. Com os seres humanos acontece o mesmo: as pessoas com bastante conteúdo interior se curvam, estão sempre prontas a entender, ajudar e não precisam mostrar que são maiores que ninguém. Já os orgulhos nunca pedem desculpas, nunca pedem desculpas, nunca se curvam, porque possuem poucos grãos, pouco conteúdo inferior”.

Falei-lhe tudo isso de forma rigorosa, mas com amor. Ele compreendeu o que eu havia dito e começou a praticar. Ele não sabia, mas eu havia repetido e explicado de forma bem doce o que Meishu-Sama orienta no Ensinamento “Treino de Humildade”. Com esforço, ele começou a mudar e essa mudança foi gerando seu crescimento espiritual. Pediu desculpas pela primeira vez no serviço, causando admiração nos colegas, tornou-se menos “encrenqueiro” com as pessoas em geral e, em casa, com os irmãos e a mãe.

Com este primeiro resultado positivo, abriu-se um caminho para que eu pudesse orientá-lo de forma mais direta, fazendo com que confiasse em mim. Ele relegava os estudos a segundo plano. Só pensava na aparência, em fazer halterofilismo, musculação, cultuava seu porte atlético. Disse-lhe para largar tudo isso, pois estava no tempo de estudar, de aprender.

-Mas eu gosto de fazer halteres.

-Fazer o que se gosta é fácil, mas não gera crescimento. Precisamos aprender a fazer o que não gostamos. Isso sim, exige esforço e gera crescimento.

Ele novamente obedeceu, voltou a estudar, entrou na faculdade e, com esforço nos estudos, foi fazer o que gostava: Educação Física. Esse rapaz contava vinte e dois anos quando foi convidado a ser sócio em um empreendimento e quase largou tudo para ganhar dinheiro. Pelo tipo de negócio, teria que parar de estudar. Quando veio me contar, procurei dissuadi-lo: “Você está em idade de aprender, de estudar. Dos trinta e um aos sessenta anos, você pratica tudo que aprendeu e depois dos noventa, descansa.”

Dessa vez, ele aceitou minha orientação, praticou-a, mas não por muito tempo. Sua ambição era mais forte, e ele acabou não resistindo a um segundo convite, feito por uma firma de representações. E nessa, como não dar certo. Ele queria mesmo era ganhar dinheiro, ser microempresário, satisfazer muito seu “ego”.

A principal característica de um líder deve ser a OBEDIENCIA Meishu-Sama era rigoroso com isso. Ele disse que para quem seque docilmente o que ele ensinou, tudo corre bem, sem fracassos, e que há pessoas que não são bem-sucedidas por terem “Ga” (eu,ego) muito forte. É realmente penoso ver os constantes fracassos decorrentes do “Ga”. Esse jovem, por bem, aprende purificando.

Essa sociedade durou três anos, e ele acabou não ganhando o dinheiro que esperava. Veio conversar comigo novamente. Chorando e bastante emocionado, disse-me:”Sensei, me arrependi de ter decidido tudo sozinho, contra sua orientação. Sinto que perdi muito tempo na Obra Divina, pois com esse trabalho e mais faculdade, diminuí bastante minhas dedicações. Estou vendendo minha parte na sociedade e, com esse dinheiro, vou para o Solo Sagrado no Japão.”

E continuou: “Já que entrei nessa firma com o intuito egoísta de ganhar dinheiro, afastei-me das dedicações e da minha missão. Agora, todo esse investindo que fiz por mim, vou retornar para Meishu-Sama, indo ao Solo Sagrado e dedicando mais. Descobri que, indo contra as orientações, não tendo espírito de obediência, a gente “quebra a cara” mesmo”.

E ele dizia que iria me “provar” que daria tudo certo!… Foi ao Solo Sagrado em julho de 1991, vendeu o carro para pagar a viagem ao japão para a irmã, que é membro também, e foram juntos buscando servir e ser úteis, criando o espírito de obediência à Vontade de Deus.

Hoje, ele é um jovem que cuida de uma área de 600 membros dentro de sua Igreja e dedica intensamente na Obra Divina.

Retirado do livro: ‘Encontrando um caminho’

Leis da Natureza: O universo precisa de ordem

O maior problema da humanidade foi ela ter se distanciado das Leis da Natureza nos últimos três mil anos. Por isso, nasceu o conflito e no mundo reina o caos. Dentro das Leis da Natureza, uma das coisas mais importantes é a ordem.

Quando nasce um conflito, normalmente a origem é a falta de ordem. Entre marido e mulher existem diferenças. O homem representa o espírito, e a mulher, a matéria. Da mesma forma, o pai é o espírito, e a criança é a matéria. Numa família composta pelos pais e mais duas ou três crianças, na maioria dos casos, a esposa não consegue perceber as diferenças e vai obedecendo o seu ponto de vista. Ela acha que a criança é indefesa e lhe dá prioridade. Muitas vezes a casa vem em primeiro lugar, a profissão vem depois, e por último o marido. Realmente, nesta ordem, quebra-se a hierarquia que deveria existir.

O ideal deveria ser primeiro o marido, que é o espírito da casa e, depois, os filhos. Se não houver esta obediência, só vai haver conflito. A posição dos móveis da casa também tem muita influência na harmonia do lar e da família. De acordo com as orientações de Mokiti Okada, se uma casa for sobrado, os pais devem dormir no andar de cima e os filhos no andar debaixo. Esta é a ordem.

É bom saber qual o critério para localizar o ponto mais importante da casa. O lugar de honra é o mais afastado da entrada. Assim, o quarto do casal deve ser o mais distante da porta da entrada. No quarto é preciso localizar a parede mais importante para colocar a cabeceira da cama. Se ela for colocada na parede do banheiro, as coisas não vão andar bem, inclusive a saúde, já que a cabeça deveria estar na parte mais importante. Nos escritórios, na parte mais distante da porta é onde devem ficar as pessoas mais importantes. Uma vez fui a um escritório de arquitetura e lá verifiquei que tudo estava fora de ordem, inclusive a mesa do diretor, que estava na entrada e as dos funcionários estavam ao fundo. Pedi para inverter. Havia também um arquivo morto em cima de arquivo vivo, então eu pedi para colocar em ordem. Logo depois todo o ambiente do escritório se harmonizou e os negócios começaram a melhorar bastante. O posicionamento dos objetos é muito importante. Mesmo em uma reunião de diretoria ou gerência, o líder da mesa em que se posicionar do lado da parede mais importante, sempre mais distante da porta, caso contrário, ele não vai conseguir controlar os demais. Mesmo o posicionamento das pessoas na mesa é importante, pois isso representa a parte espiritual, onde o lado direito se subordina ao esquerdo, porque o primeiro representa a parte material.

Também são detalhes interessantes quando cumprimentamos alguém, quando entramos em um ambiente onde existam várias personalidades, níveis de pessoas diferentes, e é preciso haver um critério. Quando visitamos uma família, o chefe desta é o mais importante, portanto o cumprimentamos em primeiro lugar; depois a esposa, o filho mais velho e assim por diante. Em cada circunstância existe uma ordem, uma posição de bom senso que nós temos que utilizar. Pai é pai, e filho é filho. Os filhos não podem perder o respeito pelos pais. Então essa hierarquia não pode ser mudada, o pai é espírito, o filho é matéria, a mãe é espírito, o filho é matéria. Patrão e empregado também, o relacionamento é o mesmo. Não obedecer a Lei da Ordem é como colocar uma pirâmide de cabeça para baixo. Ela não vai se equilibrar.

VOCÊ ESCOLHE O QUE QUER SER

Durante o almoço de domingo, o pai começou a explicar ao filho que aquela maçã, servida na sobremesa, era antes igual aos carocinhos que o filho tinha encontrado dentro dela. Observando a curiosidade do filho, o pai sentiu que precisava explicar melhor: “Olha Pedrinho, esse carocinho que está na sua mão é uma semente de maçã. Nunca vai virar uma laranja e nem uma banana nem outra dessas frutas que estão na fruteira. Se for plantada, vai ser uma macieira que vai dar várias maçãs”. A essa altura, imaginando já uma árvore frondosa, Pedrinho quis saber mais: “Pai, vai ser uma maçã docinha como esta?”

O pai então lhe explicou: “Depende. Pode ser azeda, doce, grande, pequena, dura, macia, saborosa, sem sabor. Isso vai depender da chuva, do vento, da terra, do sol, do calor, do frio, dos animais, das minhocas, dos alimentos que ela tiver na terra para crescer…”. Pedrinho nem esperou que o pai terminasse de falar e, carregando consigo as sementinhas de maçã, correu para o quintal e fez alguns buraquinhos para plantá-las. O pai foi com ele e lhe ensinou a cuidar até que brotassem. De uma semente de maçã, portanto, não se colhe banana nem laranja. Colhe-se maçã, claro. Mas podem-se colher maçãs doces ou azedas, duras ou macias.

A grande diferença é que a fruta é colhida do pé, que está preso ao chão por meio de raízes, enquanto nós temos nossos pés.

Para frutificar, a planta precisa das condições do solo, do vento, dos nutrientes, enquanto nosso pés podem nos conduzir ao terreno mais propício.

Temos o poder de escolher e produzir as condições mais favoráveis para o nosso desenvolvimento pessoal. Você decide a pessoa que é. A cada momento. E, se você não estiver gostando, pode mudar. Pode reprogramar-se.

A LIÇÃO DO COPO

O rapaz de quem passo a falar, veio para a Igreja devido a uma purificação física. Doze anos antes de ele começar a ter essa purificação sofrera um acidente. Foi atropelado por uma motocicleta ao atravessar indevidamente a pista do autódromo de Interlagos. Sofreu quatro cirurgias.

Em 1987, doze anos mais tarde, foi acometido de osteomielite em consequência daquele acidente. Fez vários tratamentos, tomou muita medicação, sem resultados. Através da esposa, que estudava artes com uma senhora messiânica, ele começou a receber assistência de Johrei. Após uma semana, foi ao médico, que constatou sua cura.

Emocionado com a graça recebida, foi à Igreja agradecer e, assim que entrou, sentiu uma forte afinidade e alegria. Recebeu o Ohikari seis meses depois.

Ele assistia às minhas aulas e, com a prática de tudo que ouvia, foi mudando sua visão de vida. Em uma das aulas, expliquei sobre a “lição do copo”.

As pessoas são como copos vazios, esperando pelo líquido que os preencha; esperam, na verdade, que o conteúdo interior preencha o vazio de cada um. Existem copos (pessoas), no entanto, que estão com a boca virada para baixo (estas nunca receberão nada), outros que estão meio inclinados (aí um pouco “entra” e outro tanto cai fora do copo) e há aquelas pessoas com a boca totalmente viradas para cima, prontas a receber qualquer Ensinamento, qualquer orientação e praticar. Em qual dos três tipos vocês se encaixam? As pessoas que estão com boca do copo virada para cima, são as que recebem graças.

A partir dessa data, esse jovem decidiu manter sempre a boca do seu copo virada para cima, ou seja, praticar tudo que lia nos Ensinamentos e todas as orientações que recebia nas aulas e aprimoramentos. Com isso, passou a encaminhar muitas pessoas à Igreja, desde a esposa e familiares até quem simplesmente cruzasse seu caminho. No momento em que a esposa decidiu receber o Ohikari, eles receberam uma grande graça: um bebê! Eram casados há sete anos e não tinham filhos. Os dois passaram a refletir em suas fisionomias a alegria que sentiam. Não contentes em descobrir o segredo da felicidade apenas para si, através da mudança deles passaram a ministrar Johrei para os amigos, que já estavam percebendo suas mudanças, e a trazê-los para a Igreja.

A proprietária da casa em que eles moravam, não acreditava em Deus e quando o marido dela estava para falecer, o casal foi visita-la, com enorme vontade de ministrar Johrei. Como não havia condições naquele momento, eles fizeram uma oração na porta da residência, pedindo a Meishu-Sama: “Nós não podemos, mas o senhor pode”

Após o falecimento do marido, voltaram a visita-la com a vontade de ministrar Johrei.  Aí, proprietária mesma disse: “Quando vocês vêm à minha casa, sinto um enorme positivismo, uma energia gostosa rica no ar.”

Eles sentiram isso como o “gancho”, a abertura necessária para falar da Igreja e ofereceram Johrei. A partir daí, ministraram muitos Johrei nela; até ela chegar a dizer: “Nunca tive tanta fé em Deus! Como Ele faz as coisas certas!”

Novamente, esse jovem e sua esposa estavam  com seus copos de boca virada para cima. Eles estavam sempre atentos, sempre “de olhos avisados”, observando tudo e buscando a melhor maneira de falar sobre Meishu-Sama para as pessoas.

Através da gratidão das pessoas por eles encaminhadas (pessoas que mudaram completamente suas vidas) e da gratidão dos antepassados dessas pessoas,  eles receberam incessantes graças. Ele conseguiu ir ao Solo Sagrado do Japão agradecer a Meishu-Sama toda a gratidão que gerou no coração dos outros. Inicialmente, não tinha condições dinanceiras, mas conseguiu ir.

Esta é a “lição do copo”, das pessoas que estão sempre com seu copo virado com a boca para cima: ouvindo orientações e logo colocando-as em prática. Como eu sempre o orientei bastante sobre a importância de encaminharmos pessoas à Igreja e torna-las felizes, ele passou a estar sempre atento para encaminharmos pessoas à Igreja e torná-las felizes, ele passou a estar sempre atento para encaminhar e, assim construiu o Paraíso em seu coração, em sua família e em todos que dele aproximaram. Essa é a experiência do jovem que, com a boca do seu copo sempre virada para cima, ganhou conteúdo, praticou e encheu o vazio de sua vida com a prática de fazer outras pessoas felizes.

EFEITOS DA MISSÃO

Será que as empresas estão conseguindo medir os efeitos reais da elaboração e prática da missão e visão?

Para as grandes empresas os efeitos certamente serão mais demorados, mas nas pequenas e micro empresas o efeito é muito rápido. Nos últimos meses percebi fatos interessantes acontecendo com os parceiros da consultoria e “coaching” que elaboraram e pragmatizaram suas missões.

Naturalmente as empresas que se empenharam em definir a missão e alinharam os produtos e serviços estão começando a obter resultados muito interessantes, em relação a melhora do ambiente interno e externo, bem como e principalmente nos resultados operacionais, melhorando a qualidade e produtividade.

Presto consultoria para uma escola de definiu na elaboração de sua Missão que o principal é fazer a felicidade dos colaboradores (professores e funcionários) em primeiro lugar e posteriormente os parceiros(os pais). Com isso mudou o relacionamento com os parceiros não só na nomenclatura (de clientes para parceiros) passando a sentir profunda gratidão por eles, pois, graças à sua contribuição mensal a escola existe e permite a empregabilidade dos professores e funcionários, fora outros benefícios indiretos para a sociedade.

Com essa prática foi extinto o departamento de cobrança e o departamento jurídico que mantinham sob controle a inadimplência, e foi substituído por relacionamento e atendimento aos pais, com o objetivo de procurar todas as razões possíveis para fazer os pais felizes.

Hoje a política da escola é a de fazer todo o possível, para cumprir verdadeiramente a missão para que os pais se sintam como parceiros ao ponto de privilegiarem as mensalidades da escola como as mais importantes do seu orçamento familiar.

Como efeito de todas as práticas, aumentaram significativamente as matrículas de novos alunos crescendo nos dois anos seguidos num índice acima da média das escolas particulares. Não sofreram quase nada com a crise, ao contrário apresentaram um crescimento muito interessante, fruto da fidelização de colaboradores e parceiros.

Acompanhei a experiência de uma representante comercial que definiu a sua missão de fazer os parceiros felizes (mudando o tratamento de clientes para parceiros) e levar com ética todo o desenvolvimento do trabalho principalmente em relação ao fisco. É interessante, pois, quando comecei a orientação ela trabalhava normalmente com produtos sem nota ou com meia nota, a mando da própria empresa pois era de praxe no mercado.

Ela mudou sua postura e acabou incentivando os parceiros a adquirirem os produtos com notas, foi uma dificuldade muito grande, e gradativamente alguns parceiros começaram a aceitar e nesse ínterim acabou mudando de representada que passou a aceitar vendas com nota cheia. Depois surgiu um outro problemas , os hábitos ainda de alguns parceiros que exigiam pelo menos meia nota, mas gradativamente estes foram substituídos por novos parceiros com uma nova forma de pensar e agir.

A seguir acabou mudando para a terceira representada que agia na plenitude da lei, ficando mais fácil implantar o seu projeto da legalidade. Com essa postura, acabaram sendo substituídos os parceiros naturalmente. Hoje todas as empresas que ela representa atuam dentro da lei.

Mais um fato interessante aconteceu nesse período, embora sendo uma nova representante em pouco tempo começou a alcançar um alto faturamento e assim se posicionar bem no ranking dos representantes obtendo uma colocação muito interessante

Atualmente ela vive feliz, sentindo que está cumprindo a missão e principalmente podendo retribuir a confiança nela depositada pelos seus parceiros e fornecedores.

Podemos concluir que quando conseguimos cumprir a missão tudo tende a dar certo.

Existem outras experiências, mas as que foram apresentadas aqui demonstram que o efeito da Missão existe e, em muitos casos o resultado é imediato sem se levar em consideração a sua grandeza.

Existem casos de empresas que em função da missão tem atraído parceiros com o mesmo pensamento e desejo e alguns quando tomam conhecimento da missão se emocionam até às lagrimas. Acredito que muitas pessoas estão em busca de empresas que tem essa postura, e quando a encontram a felicidade é muito grande.

Será que você está conseguindo comprovar os efeitos da prática da Missão, percebendo nas empresas e no seu ambiente de felicidade?

MISSÃO DA EMPRESA

À primeira vista parece muito fácil para todos, mas no desenrolar das reuniões percebe-se que normalmente as pessoas que nunca lidaram com assuntos como DEFINIR A MISSÃO até na vida pessoal, se torna mais difícil, demorando muito até a sua redação final .Mas como a definição é de suma importância para o destino da empresa é preciso concretizar a redação final..

Percebi que a dúvida começa na origem, isto é, na missão da empresa em relação aos segmentos que direta ou indiretamente serão influenciados ou afetados pelos produtos ou serviços oferecidos.

Muitos textos de missão e visão são cópias extraídas na Internet, mas que não transmitem os verdadeiros desejos e sentimentos da direção da empresa, e as vezes têm conteúdo que certamente a empresa não conseguirá cumprir. Depois, do texto definido é imposto junto aos seus colaboradores, fornecedores, parceiros, governo e a própria sociedade.

Tal prática além de não estar dando o resultado almejado, ao contrário está criando problemas, pois, não conseguem viabilizar na prática. Mas não pensam que a própria missão elaborada de maneira simplória é a causadora dos desajustes. Algumas empresas nem se preocupam em elaborar a missão, achando ser um luxo, ou não ter necessidade por não entenderem a sua importância.

Numa oportunidade recebi uma mensagem muito interessante, onde o Sr. João Satt Filho , faz a citação de Jack Welch “A missão deve ser estratégica, incrivelmente focada em como vencer, por valor e não só por preços baixos, a concorrência na preferência do consumidor. A missão correta é parte do sucesso, mas se os valores da empresa não estiverem orientados no sentido de validar a mesma, de nada vai adiantar saber o que deve ser feito para chegar ao sucesso. Sem pessoas alinhadas, uma empresa não chegará a lugar nenhum.

Em uma das leituras e pesquisas que fiz, selecionei mais um texto de suma importância do conhecido PETER DRUCKER, sobre missão. “UMA EMPRESA NÃOS SE DEFINE PELO SEU NOME, ESTATUTO OU PRODUTO QUE FAZ: ELA SE DEFINE PELA SUA MISSÃO. SÒMENTE UMA DEFINIÇÃO CLARA DA MISSÃO É RAZÃO DE EXISTIR DA ORGANIZAÇÃO E TORNA POSSÍVEIS, CLAROS E REALISTAS OS OBJETIVOS DA EMPRESA”.

Portanto, será muito importante debruçar na elaboração do tema “Missão” até a sua definição pela sua importância, como escreve o outro mago da administração S. TILLES. “Voce pode não aprender muito ao ler a missão de uma empresa – mas você aprenderá muito ao tentar escrevê-la.

No exercício de elaborar a missão o empresário começa a redefinir os valores de seus produtos e serviços.

É o momento de revisão e adaptação para estar adequado à missão que está sendo redigida tornando-a verdadeira.

Através desse exercício, a direção começa a mudar, e alinhar o seu pensamento e sua ação, com isso os resultados começam a aparecer.

Assim com a direção praticando a verdadeira missão fica fácil a implantação junto aos colaboradores, fornecedores, parceiros e todos os segmentos ligados a empresa.

Todo esse exercício contraria dois adágios populares muito conhecidos: “Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço” ou “ Casa de ferreiro, espeto de pau”, provando que para ser verdadeiro precisamos praticar justamente o contrário.

O importante é no ato de elaborar a missão, compreender que quem delega a missão é Deus, Universo, Cosmo. Portanto, deveremos como empresa prestar serviços ou oferecer produtos que estejam de acordo com a Vontade de Deus, isto é, que não seja prejudicial à sociedade, principalmente ao nosso Planeta, que seja benéfica para as pessoas, procurando levar felicidade, e que naturalmente seja interessante para a empresa.

Conseguindo oferecer produtos e serviços que satisfaçam aos parceiros, e que seja motivo de orgulho dos colaboradores, fornecedores, sociedade e o próprio governo. Assim estará cumprindo a missão e não haverá razão para não prosperar e alcançar o sucesso tão almejado.

Comece pensando: Como posso ajudar a CONSTRUIR UM MUNDO MELHOR?