[CASAMENTO] A ROTINA CEGANDO O RELACIONAMENTO

Atentem para o fato de que esposa e marido têm missão a cumprir juntos: construir o Mundo Ideal. Por isso tornam-se marido e mulher.

Certa vez, uma senhora veio falar comigo desesperada, pois, após a morte do marido, apareceram três crianças que diziam ser filhos dele. Há dez anos o marido tinha vida dupla e ela não sabia, nunca percebera nada. Quando ela me contou, fiquei surpreso:
– Será que ele fez tão direito ou será que a senhora não quis perceber?

Na verdade, ela nunca se preocupou com ele. Olhava primeiro para os filhos, depois para a casa e por último o marido. O marido, em vida, existia para ela fisicamente apenas. Isso é um exemplo de atitude acomodada e egoísta, de quem só olha para dentro e não para fora de si.
Há ORDEM nos relacionamentos: em primeiro lugar, para a esposa, deve estar o marido. E para o marido, a esposa deve estar em primeiro lugar, no tocante a relacionamento. Os filhos vêm através do casal, mas têm missões próprias. O casal, não! Tem missão juntos o resto da vida. Filhos não podem estar na frente do nosso(a) companheiro(a).

Lendo essa pequena história e a anterior a essa, podem perceber a dificuldade das pessoas para superarem os entraves interiores (que bloqueiam os relacionamentos) para MUDAREM e, através desta mudança, mudarem seus DESTINOS. E MUDAR vale SEMPRE a pena, como nesta historinha.

Entendam a grandeza de percebermos que TUDO está sempre dentro de nós, basta assumirmos, mudarmos interiormente, crescermos, e tudo muda ao nosso redor.

[CASAMENTO] GRATIDÃO: A CHAVE PARA RENOVAR O CASAMENTO

Precisamos ter certa delicadeza para lidar com sentimentos, especialmente as mulheres. Sem perceber, os casais tendem a cair numa rotina que faz com que cada um não veja as qualidades do outro e nem sinta gratidão pelo companheiro que Deus lhe ofereceu para partilhar sua vida. Alguns acabam nem notando mais a pessoa que tem ao lado: criam um hábito, um costume, que os levam a não agradecer mais nada. Isso é bastante perigoso.

A rotina corrói qualquer relacionamento, fazendo o casal entrar numa fase em que não se pode dizer que está tudo mal, mas também não se
pode afirmar que está tudo bem. É a fase do “tanto faz, tudo bem”, como dizia um casal que conheço há alguns anos.

Quando perguntei como era o casamento para eles, me responderam exatamente assim: “Ah! Acho que tudo bem… Estamos há quase vinte
anos juntos, já é a fase do ‘tanto faz, tudo bem’”. Então, perguntei o que isso significava, pois não havia entendido de imediato. Ao ouvi-los, senti que se tratava da perigosa fase da acomodação, em que já nem notamos mais as qualidades do(a) companheiro(a). É fase de indiferença, que é o oposto da gratidão. Isso é um perigo, pois deixa um casamento a um fio! Percebi que eles não tinham mais expectativas ou objetivos com relação ao outro. Não esperavam mais nada um do outro, mal dialogavam. E ainda diziam que estavam “bem”.

Certa vez, eles participaram de um grupo de casais que acompanhei, e senti que algo mudou entre eles. O marido relatou depois do término do curso:
“A palavra-chave que nos tocou nas aulas para casais com o professor Sakamoto foi RENOVAÇÃO. Sentimos que em nosso casamento faltava
renovação de sentimentos. O professor Sakamoto nos dava tarefas para praticarmos durante uma semana (até a próxima aula) e, no  empenho de realizarmos as tarefas, fomos obtendo bons resultados e percebendo mais um ao outro. Vivíamos a fase do ‘tanto faz, fica do jeito que está’. Não ligávamos mais para a forma como fazíamos as coisas. Eu nem percebia o que ela cozinhava, se era bom ou ruim. Ela, também, cozinhava por cozinhar, nem se preocupava com o que preparar ou para quem. Se ela cozinhava, estava bom; se não cozinhava, estava bom também, comprávamos algo e comíamos do mesmo jeito. Em tudo estávamos assim: o que um fazia, o outro nem se incomodava. Nem nos atentávamos se havia ou não pontos para agradecermos e amarmos um ao outro.
Somos casados há muitos anos e sempre houve amor entre nós, mas a rotina nos levou a acomodações realmente perigosas, que nos fizeram parar de crescer, de evoluir. Gratidão era algo que não pensávamos em relação ao outro. E, quando isso acontece, creio que se trilha um caminho perigoso.
No curso para casais, o professor Sakamoto me perguntou:
– Você agradece sua esposa pela comida que ela prepara pra você, por
cuidar de suas roupas e dos seus filhos?
– Eu, não – respondi.
– O que você faz?
– Ah! Eu ajudo em casa de vez em quando.
– Mas não diz ‘obrigado’?
– Não, não tenho o que agradecer. Ela só faz a parte dela, e eu a minha. Ela
faz o que é obrigação dela.
– Obrigação? – perguntou-me o professor meio indignado.
– É. – respondi.
Então, o professor foi me explicando sobre o sentimento de gratidão e a necessidade de o manifestarmos através de gestos e palavras no
relacionamento, para darmos vida à nossa companheira e a fazermos feliz. E foi me mostrando que ela não cuidava de mim e das minhas coisas por obrigação, mas sim por amor. Mesmo vivendo do jeito do ‘tanto faz’, eu é que acabei gerando a rotina, não valorizando o trabalho e menos ainda a esposa que tinha.
Passei a agradecer de coração cada coisa que ela me fazia: se ela me servisse um café, eu dizia ‘muito obrigado’ de coração; se preparava minhas refeições, agradecia. A cada roupa lavada e passada, eu dizia ‘obrigado’. Para tudo dizia a ela ‘muito obrigado’, com todo sentimento.
Esse pequeno gesto transformou nossa vida e nosso casamento. Ela, que sempre foi uma boa esposa, tornou-se excelente, pois se sentiu valorizada e, em retribuição, passou a fazer tudo com muito mais amor para me oferecer. Nosso relacionamento mudou totalmente.
Um gesto tão simples renovou todo nosso casamento. Percebi que esses gestos pequenos de gratidão é que dão vida e não deixam um casamento entrar na rotina, na fase do ‘tanto faz, tudo bem’. E isso aquece ainda mais o amor.
Minha esposa, percebendo a mudança do meu sentimento em relação a ela, tornou-se mais sensível e feliz, e também passou a me ver de forma diferente.
O professor Koji Sakamoto pediu a ela que escrevesse qualidades minhas numa folha de papel. Ela me contou isso depois do curso e disse: ‘mesmo sabendo que você é uma pessoa cheia de qualidades, à medida que escrevia, fui percebendo o quanto você é um homem especial em minha vida. Depois que anotei suas qualidades, fui valorizando-as mais e mais e agradecendo por tudo. Isso nos uniu mais ainda.’
E assim, aprendemos como se faz para não deixar um relacionamento cair na rotina, agradecendo, renovando os sentimentos com um gesto
aparentemente simples: dizendo ‘muito obrigado’ com todo sentimento, por tudo aquilo que recebemos de nosso(a) companheiro(a). Será que ainda preciso dizer mais alguma coisa?”
Vejam a importância da palavra “obrigado”, principalmente em um casamento. Ela renova sentimentos, valores. E isso vale para qualquer tipo de relacionamento.
É necessário agradecer o tempo todo, por tudo que se recebe do companheiro, e fazer, de vez em quando, a lista das vinte qualidades, para
se lembrar sempre dos pontos positivos do(a) companheiro(a) que está ao seu lado.

 


História extraída do livro “A Felicidade no Casamento está Dentro de Cada Um” e está disponível para compra aqui.

[PESO IDEAL] – DE POUQUINHO EM POUQUINHO TAMBÉM É POSSÍVEL ATINGIR O PESO IDEAL

Como ficou combinado, a partir de agora, nossa relação é de parceria, a minha missão é servir. Colaborando para que consigam colocar em prática as tarefas sugeridas.

É uma relação que passa a ser importante como prática da era do dia, isto é, não forçar, mas despertar na pessoa o desejo de praticar espontaneamente e de maneira prazerosa. Nesta condição poderá contar com as células saudáveis que ganharão mais força para poder ajudar as células gordurosas.

O mais importante é a conscientização de que é possível conseguir o reequilíbrio do peso ideal. Depende exclusivamente de cada um e de um tempo mínimo necessário para alcançar o objetivo.

“O tempo é a solução para quase tudo em nossa vida”. (Mokiti Okada –  Com o tempo nem Deus pode).

Efetuando o cálculo do aumento do peso em determinado período (anos) poderemos concluir que em uma média anual o aumento foi baixo, a soma da quantidade de anos que ocasiona o numero alto e muitas vezes desesperador.

Por exemplo: Uma pessoa que ganhou 30 quilos em 15 anos. Ela teve um aumento anual de 2 quilos e mensal de 0,166 quilos. Será que em um mês ela não consegue perder 0,166 quilos? É totalmente possível e, inclusive, poderá alcançar um índice ainda melhor.

O importante é compreender,  aceitar e partir em busca de um resultado totalmente viável de maneira prazerosa.

No curso presencial que realizo percebi um fato interessante. Após duas semanas da decisão de cada um, todos foram pesados esta semana e apresentaram os seguintes resultados:

Grupo 1: Duas pessoas mantiveram o mesmo peso

Grupo 2: Ganharam peso

Uma ganhou  0,700 kg(meta era perder 0,200 kg) e a outra 0,500 kg(meta era perder 0.066kg);

Grupo 3: Perderam peso. Uma pessoa perdeu 1 kg (meta definida de 0,500 kg) e a outro 0,400 kg.(meta definida de 2,5 kg no mês).

Normalmente, num grupo, estatisticamente acontece:

  • 1/3 não entende direito e não consegue praticar adequadamente
  • 1/3 não entende nada
  • 1/3 entende e consegue praticar corretamente.

Resultados totalmente dentro da previsão, pois, passaram-se duas semanas. Esperamos melhorar esse índice com o decorrer dos encontros.

No geral os participantes estão melhores, mais animados e empenhados em alcançar os objetivos.

Existem vários adágios populares que demonstram que é possível praticar e alcançar os objetivos definidos com paciência e persistência, um deles, diz o seguinte:

“De grão em grão a galinha enche o papo”.

Nesta mesma aula, exemplifiquei com um barbante de palha. Cortei em pedaços idênticos e distribui um pedaço para cada participante. Solicitei que, do jeito que estava, tentassem arrebentar. Todos tentaram e não conseguiram.

Perguntei então, qual era a forma mais adequada para conseguir cortar o barbante ao meio sem precisar de objetos cortantes. Pensativos, responderam que o mais adequado seria cortá-lo fio a fio e assim o fizeram.  Demorou certo tempo, mas conseguiram!

Através desta prática concluímos que podemos chegar onde queremos e conquistar nossos objetivos, desfiando e arrebentando cada fio no tempo que for necessário para arrebentarmos a corda.

Criar a intenção de alcançar o objetivo.

Agora definir a intenção do objetivo semanal, mensal… De maneira clara e exata, desapegar e deixar nas mãos de Deus.

Esta é uma decisão interior. Procurar fazer as práticas com alegria, felicidade e gratidão, isto é, de maneira que a mudança seja de dentro para fora.

O importante é iniciar ainda hoje, assim o tempo da chegada estará se aproximando dia a dia.

Para atingir a alma da pessoa, só tem um caminho – através da verdade, e não da pseudo verdade.

 

[CASAMENTO] DAR VIDA PARA GANHAR VIDA

Para alcançarmos o que quer que seja, precisamos criar condições para merecer. Pedir, mas não fazer nada, é o mesmo que não sair do lugar. Pedir e buscar a mudança interior é o primeiro passo para nossas conquistas. O sucesso é proporcional ao nosso esforço.

Certa época, acompanhei uma jovem casada que sofria de fortes crises de depressão, angústia e medo, diagnosticadas pelos médicos como Síndrome do Pânico. O marido não aguentava mais seu estado, suas crises, seu desinteresse pela casa, por ele, sua indiferença em relação a tudo que lhes dizia respeito. Começou a pensar na separação.

Essa jovem tem uma condição financeira bastante privilegiada: é abençoada por Deus com uma bela casa, um barco confortável para passear nos finais de semana (hobby do marido), carro do ano, viagens nacionais e internacionais frequentes, empregada. Tinha tudo o que qualquer ser humano pudesse sonhar, motivos de sobra para agradecer, mas me disse:
– Trocaria todo dinheiro que tenho, todos os meus pertences, pela felicidade.

Perguntei-lhe:
– O que você faz com as horas do seu dia?

– Eu vou à Igreja e quando chego em casa não tenho disposição sequer para arrumar uma gaveta ou cuidar de uma planta.
Apenas me deito e telefono para algumas pessoas para desabafar um pouco.

Então orientei:
– está na hora de você criar vida. Para se ter vida, é necessário dar vida à própria vida. Você tem tudo, materialmente falando, mas não dá vida a nada.

E continuei:
– A partir de hoje, é você quem cozinhará para seu marido, e coloque muito amor no tempo que você disponibilizará para esta tarefa. Cuide de suas plantas, colocando em cada uma o objetivo de crescer e se tornarem belas. Espalhe arranjos florais por toda sua casa e organize todas as coisas, principalmente as do seu marido. A partir de agora, você fica para segundo plano, coloque a felicidade do seu marido em primeiro lugar.

Ela saiu determinada a praticar. Passados trinta dias, veio me contar o resultado:

– Minha vida mudou como num passe de mágica. No começo, não acreditei muito na força da sua orientação, mas eu não tinha mais nada a perder. E obedeci à risca. Quando dei por mim, minhas hortênsias estavam todas floridas, as samambaias soltaram brotos fortes e bonitos e até a vizinha veio bater à minha porta, perguntando o que eu tinha feito com meus vasos de antúrio que estavam belíssimos. Eu ia dando vida às plantas, às coisas e toda essa vida ia retornando para mim. Até minha cachorrinha, que vivia doente e dormindo como eu, está esperta e feliz.
Eu, como orientador, chego a inflar de tanta alegria ao ouvir alguém transformar sua vida assim, enchê-la com a Luz de Deus, Luz da Verdade. Essa Luz é a verdadeira felicidade, que não reside numa bela casa, no dinheiro, no marido.

Ela é mais sutil, depende do interior de cada ser humano, da prática do altruísmo: dar vida para receber vida.

E seu relato não parou por aí. Ela continuou:
– Fiz uma viagem de 15 dias para Angra dos Reis. Fomos de barco: eu, meu marido e uns amigos. Preparei tortas, bolo de chocolate, carnes frias, pães enrolados, uma série de coisas que meu marido gosta, sempre com o tempero que o senhor me falou: “amor”. Fiquei espantada e até assustada com tantos elogios que recebi dos amigos do meu marido. Cheguei a ficar sem jeito. Eles davam os parabéns ao meu marido pela esposa que tinha, e as esposas vinham pedir-me as receitas. Não houve quem não elogiasse cada coisa que preparei com carinho. Mas fiquei ainda mais emocionada quando meu marido me parabenizou e elogiou-me diante de todos. Nesse gesto, eu entendi a felicidade enorme que existe nas mínimas coisas, até mesmo nos afazeres da casa.

Hoje essa jovem é cheia de vida e tem sempre objetivos:
– Eu coloco minhas metas, mas não fico olhando só até onde eu quero chegar, senão eu desanimo, pois sonho grande. Como o senhor me ensinou, vou sempre analisando o que eu fui e como estou hoje, aí vejo que já mudei bastante e crio ainda mais vida.

O marido dela, espantado e feliz com a mudança positiva, vendo-a cozinhando deliciosamente, arrumando armários, voltando a gostar da casa, perguntou-lhe:
– Você está bem? Está com febre? Está variando das ideias?
Claro que ele, observando a mudança dela, também procurou mudar como marido e alegrá-la ainda mais. E outra difi culdade que ela tinha, devido à Síndrome do Pânico, era dirigir o carro sozinha. Há quatro anos só dirigia até a faculdade, mas nunca à noite e nem em horários de trânsito pesado.

Hoje dirige e faz tudo normalmente.

Dando vida, ganhou vida. Foi assim que essa jovem descobriu a felicidade.

 


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[PESO IDEAL] – OBESIDADE SOB CONTROLE E A BUSCA DO EQUILÍBRIO DO PESO

Na matéria anterior, através da reflexão sobre como e em quanto tempo as pessoas alcançam determinado sobrepeso, concluímos que se cuidarmos da saúde diariamente sem querer diminuir bruscamente o peso, chegarão ao objetivo determinado trilhando caminho de volta. Adquirindo autoconfiança e a esperança de conseguir atingir o seu objetivo ao longo do tempo. Um processo que será consolidando dia a dia, mês a mês… Alcançando a meta definida, certamente chegará lá bem antes do que imagina.

Com essa postura conseguiremos transformar o pessimismo em otimismo, vislumbrando o caminho a seguir sem sacrifício e em direção ao peso ideal, sem se preocupar com o resultado a curto prazo.
Naturalmente enfrentarão diversas dificuldades, desânimos e incertezas mas o que valerá é a persistência, desenvolvendo esse novo estilo de vida mais saudável, com sonen (pensamento) grande, forte e constante. O mais importante em qualquer projeto/plano é o resultado a ser alcançado.

Nesse caso o objetivo é alcançar o peso ideal para se sentir mais saudável e feliz. Para isso vamos, em primeiro lugar, atingir níveis como:

  1. Adquirir a confiança de que você tem condição para chegar lá.
  2. Que seja de maneira prazerosa.
  3. Com a esperança de que praticando no dia a dia alcançará o objetivo.
  4. De que no término das orientações consiga dar sequência a essa nova forma de viver através do exercício, sem dependência e sem correr o risco de voltar a ganhar peso.

Daqui para frente levaremos o projeto em forma de parceria. Esta é a nova postura da era do dia para obtermos o melhor resultado contando com a participação espontânea dos participantes. Como se fosse o novo livre arbítrio, totalmente concorde com as orientações e sugestões apresentadas.

Por exemplo, como pensar e agir para o bem do outro, isto é, a minha missão é sugerir a prática e auxiliar na realização da mesma. Como sem as práticas não acontecerão os resultados almejados, vamos privilegiá-las!

Seguindo essa linha de parceria colocaremos ordem no campo da espiritualidade para que tudo esteja alinhado para acontecer no tempo certo e de maneira natural. A primeira parceria e mais importante é com Deus; A segunda com os nossos antepassados, principalmente o espírito guardião; E, finalmente, a terceira parceira é a nossa. Temos a missão de ajudar a cada um nas tarefas passadas e nas práticas realizadas.

Como irá funcionar?
O objetivo comum de todos os envolvidos é alcançar a verdadeira saúde para poder ser útil aos outros.
Antigamente, quando eu cobrava as tarefas, era um festival de justificativas negativas. Isto é, não tinha razão para praticar então o espírito secundário ficava feliz detonando o grande objetivo.
Agora, no mundo da era do dia (verdade, transparência e ordem), todas essas práticas da forma que não estavam evoluindo não levarão a lugar nenhum. O resultado será extraordinário se utilizarmos, além das nossas forças, a grande força de Deus (que é onipresente, onisciente e onipotente).

Força do Homem: fh = x
Força de Deus: FD = xn

fh + FD = x + xn

Acontecerá o milagre e tudo poderá se concretizar.

Na parceria com Deus, Ele sempre faz a parte Dele que normalmente é a metade e cabe ao homem realizar a outra metade que corresponde à sua missão e assim se atinge meta desejada.

A materialização acontecerá de acordo com o empenho, esforço e tamanho da nossa atuação.

Portanto, com essa parceria será possível alcançar o objetivo definido, desde que façamos a nossa parte. Para isso basta se esforçar para SER ÚTIL A DEUS E AO PRÓXIMO.

Se esforçar para receber obrigado das pessoas através de atitudes que as façam felizes, estar sempre alinhado à vontade de Deus procurando praticar os valores (10 mandamentos, 7 virtudes capitais).

No final, conseguindo realizar as práticas e seguindo com o foco em direção ao objetivo, certamente de maneira natural será alcançado o grande milagre: o Peso ideal – equilibrado – que nos trará a felicidade tão almejada.

[CASAMENTO] NÃO ADIANTA PROCURAR FORA O QUE SÓ PODE SER ENCONTRADO DENTRO DE SI

Uma senhora que acompanhei por um tempo, quando veio falar comigo, já estava casada há sete anos. Ela trabalhava no que sempre sonhara e não tinha muita paciência com os filhos. Seu casamento era conflito puro! Sua primeira e maior prioridade era seu trabalho, vindo depois a família, os filhos e o marido. Nessa ordem mesmo: o marido no final da lista. Os filhos, na época com três e cinco anos, ficavam com a babá e se afeiçoaram mais a ela do que à mãe, que tendia a ser bastante intolerante com eles. Ela detestava cozinhar e fazer os serviços de casa.

Dedicava-se de corpo e alma ao trabalho, onde passava a maior parte de seu tempo. Apaixonou-se pelo chefe e, como não podia deixar de ser,
os conflitos tornaram-se insuportáveis, pois ela não dava atenção para o marido (mesmo antes do relacionamento com o chefe) e não sentia nenhuma gratidão por ele, o que acarretou na separação do casal. Cega de tanto egoísmo, dizia para si mesma que a separação era principalmente pelos filhos, que não precisariam mais presenciar tantos conflitos. Mas ela nunca ouviu os filhos para saber o que realmente sentiam, e assim, concretizou-se a separação.

Antes de ocorrer esse desfecho, eu a orientava sempre a deixar de trabalhar, pois ela não precisava disso, uma vez que o marido tinha boas condições financeiras, o que lhe permitiria ficar mais com os filhos. Mas ela, apesar de vir a mim dizendo que buscava orientação, na verdade procurava alguém que lhe desse razão para fazer o que fazia. Não me ouviu, assim como não ouvia ninguém, e acabou se separando.

Na época, fiquei preocupado não por ela ter feito o que quis, mas sim por não ter entendido a importância de mudarmos características que provocam sofrimento tanto em nós como nas pessoas que estão à nossa volta. Como o problema estava dentro dela e em seu egoísmo, eu sabia que a separação com o marido e a nova união com a outra pessoa também tenderiam, com o tempo, a dar errado. Se ela não entendesse que deveria aprender a agradecer o que tinha, agradecer as pessoas que Deus lhe oferecia para cumprir missão, ninguém daria certo com ela. Ela tinha que aprender a ser mais “dócil” com a vida, e quando digo dócil quero dizer uma pessoa que aprende a deixar que a Vida (Deus) lhe conduza, procurando sempre o caminho interior, e não o exterior. Não adiantaria mudar de marido, se a falta de gratidão e de entrega a Deus vivia dentro dela.

Passado um tempo de sua separação, ela veio novamente me procurar. Chorava muito e dizia que estava arrependida de ter se separado. Na ocasião, só pude lhe dizer:
– Empenhe-se para merecer o sentimento de perdão de seu marido. Antes eu lhe disse que deveria agradecer o marido que tinha. Agora, mais do que isso, faça por merecer seu perdão.

O marido sofreu muito quando ela partiu. Pensou em sumir, dar fim à vida, ficou completamente desorientado. Sentia a falta dos filhos e dela. Ele passou a carregar essa culpa.

Quando foi morar com o novo parceiro, ela impôs até aos filhos que aceitassem essa nova união, sem consultá-los. Mas aí a situação piorou,
pois os filhos dela passaram a ter muitos conflitos com os filhos dele. À medida que as tensões aumentavam, ela passou a refletir sobre tudo o que eu havia lhe orientado um dia. Disse a si mesma: “Que enorme besteira eu fiz! O problema está mesmo dentro de mim. E estou querendo mudar fora de mim. Meus filhos estão sofrendo demais, sentem a falta do pai. E que sempre foi um excelente pai! E ainda presenciam conflitos. Só que agora entre mim e meu companheiro. Meu marido era o melhor homem do mundo e só eu não enxergava isso. Meu Deus, o que fiz? Joguei tudo fora.

As pessoas que não mudam por amor acabam tendo que mudar pela dor.

Quem não amolece o coração com o amor e a gratidão, acaba tendo que suavizá-lo através do sofrimento, pois Deus tem um amor incondicional por nós e, querendo nosso crescimento, Ele envia lições para aprendermos: umas de forma doce, suave e fácil; outras mais rigorosas, quando a gente é “cabeça dura” e não aprende com suavidade. É sempre bem mais fácil seguir a direção da gratidão e do amor, mas é incrível como as pessoas enveredam pelo caminho do sofrimento, que elas constroem por si mesmas, para poderem aprender.

Não demorou muito para essa jovem senhora ver no seu atual parceiro as mesmas características que ela sempre teve: egoísmo e intransigência. Ele era o seu espelho exato. Além de tudo, ela ainda passou a sofrer com dificuldades financeiras. Conclusão inevitável: separou-se novamente.

Só que aí resolveu aprender e crescer. Passou a buscar sua mudança interior. Mas com a Verdade! O primeiro ponto que logo despertou: o
marido maravilhoso que ela teve e havia deixado para trás! Começou a sentir muita gratidão por ele e grande arrependimento de ter se
separado.Decidiu ficar sozinha por um tempo e crescer. Passou a ir mais assiduamente na religião que praticava, para vincular-se de novo a Deus, buscando algo que sempre lhe faltou: a verdade dentro de si. Queria tornar seu coração mais altruísta. Ela mesma relatou:
Estando sozinha, aprendi a ceder, a ser mais tolerante, ter mais humildade e paciência com a vida.

Até então o ex-marido nem conversava com ela e, por quatro anos, ficou ausente. Mas com a mudança dela, que passou, inclusive, a agradecer seus antepassados e pedir perdão aos do seu marido, que haviam lhe confiado uma missão e ela não tinha entendido e, por egoísmo, fez todos sofrerem (ela, marido e filhos), o ex-marido começou a se aproximar mais dela e dos filhos.

Ela pediu perdão a ele, explicou tudo o que aprendera com o sofrimento e manifestou o desejo de se reconciliar.
Durante os anos de separação, ele namorara outras mulheres, mas não tinha se firmado em nenhuma relação. E ele foi percebendo que ela, agora, colocava mais amor nos afazeres domésticos, tratava os filhos de forma diferente e até cozinhava! Tornaram-se bons amigos e ele passou a ajudá-la mais. Até seu seguro-saúde ele continuava pagando, como se ainda fossem casados.

Estando mais perto dele, agora como amiga, ela foi vendo quantas qualidades ele tinha e que ela nunca soube agradecer. Então, passou a
agradecer por tudo. Com isso, ele acabou confessando que seu sonho era viver junto dela de novo, pois sentia mais tolerância e segurança nela agora.

Se reconciliaram e hoje ela faz de sua família um lar feliz. Agradece por tudo que tem e por ter conseguido reconstruir tudo. Depois disso, ela
passou a orientar amigas que estavam com o mesmo problema. Inclusive, ajudando uma delas, conseguiu fazê-la mudar e impediu uma separação que tenderia a ser como a sua.

Ela mesma me disse, ao final de tudo:
Me arrependi muito de como fui. Hoje sou outra pessoa, muito menos egoísta. Aprendi a agradecer a família linda que tenho e o marido
maravilhoso que mereci.
Eles hoje vivem juntos e são muito felizes. Deus concedeu a ela – que despertou para a verdade de que os problemas vivem dentro de nós e que aprendeu a agradecer – um “final feliz” para essa bonita história de amor.


História extraída do livro “A Felicidade no Casamento está Dentro de Cada Um” e está disponível para compra aqui.

[PESO IDEAL] – O BECO SEM SAÍDA NA OBESIDADE TEM SAÍDA

Gostaria de manifestar a minha gratidão a todos que estão investindo o seu tempo para acompanhar e praticas as postagens.
Desta vez gostaria de compartilhar uma experiência vivida pelo Sandro Mendes que, em um dos trechos, relatou o seguinte:

“…Tive também uma pequena experiência com a Comida, me esforçando para comer saboreando os alimentos. Não precisei comer muito, fiquei repleto com apenas um prato e fiquei também muito feliz pela primeira vez consegui. Obrigado sensei”
Quando saboreamos os alimentos e sentimos gratidão não necessitamos comer tanto, ficamos saciados sem excessos. Experimente.

O BECO SEM SAÍDA NA OBESIDADE TEM SAÍDA

Nesta semana aconteceu uma experiência interessante com uma das participantes do curso que ministro. Na primeira aula sempre costumo fazer um pequeno pré diagnóstico com os participantes. Perguntei a uma das participantes o que a fez ingressar no curso que, de maneira breve, relatou o seu histórico em relação à obesidade.
Esta moça tem 36 anos e há alguns vem lutando para conseguir reequilibrar o peso que adquiriu demasiadamente nos últimos anos. Até hoje tentou todos os métodos possíveis para emagrecer: vários tipos de regimes, leituras de livros e nada resolveu o seu problema. Em uma oportunidade chegou a perder 12 quilos mas não conseguiu dar continuidade, atingindo até um peso superior ao de antes.
Ela relatou que no início, quando começou a correr atrás de métodos para eliminar o peso, o objetivo era emagrecer por questões estéticas, mas que agora seu foco é melhorar a saúde. Tornando-se uma pessoa bastante desanimada e, o mais grave, sem esperança. Resumiu toda sua trajetória dizendo que estava num BECO SEM SAÍDA.
Essa resposta me assustou muito, fiquei pensando em como poderia ajuda-la.
Antes de mais nada é preciso vencer duas grandes barreiras para poder lutar e alcançar o objetivo desejado. As pessoas que almejam perder peso encontram: o desanimo e a perda da esperança no transcurso das práticas e dos dias.
Ouvi todo o seu histórico, hoje ela está com aproximadamente 100 kg.
Em quanto tempo chegou a esse estado? perguntei.
Um pouco assustada respondeu:
Em aproximadamente 16 anos, pois, quando tinha 20 anos pesava 63 kg, e hoje peso 100kg.
Vamos raciocinar juntos: quer dizer que para alcançar esse aumento do peso, ganhou 2,251 kg por ano. Concorda?
Concordo.
Agora dividindo o peso acima por 12 meses, teremos um aumento de 0,187 kg por mês. Concorda?
Concordo.
Será que você não conseguiria diminuir 0,187 kg por mês?
Ela respondeu:
Naturalmente que consigo!
Que bom, então quer dizer que se tornou possível alcançar o objetivo?
Parabéns, já abriu o caminho para conseguir atingir a meta. Agora precisa lembrar de que será ao longo do tempo.
Não foi de repente que ela ganhou todo esse peso, mas sim, ao longo dos anos. Mais precisamente 16 anos.

PORTANTO, NÃO EXISTE BECO SEM SAIDA.
A ÚNICA SAÍDA É POR ONDE ENTROU.

Quero dizer que se ela emagrecer apenas 0,187kg por mês alcançará o objetivo almejado a longo prazo. Com um diferencial: será uma mudança consolidada em anos e anos de práticas. Uma mudança natural sem o perigo de voltar tudo novamente, a não ser que queira.
É preciso lembrar que: demoramos muito para chegar em determinado lugar, mas o retorno é sempre mais rápido.
Assim a participante conseguiu superar o desânimo e, com a esperança renovada, prometeu se esforçar de maneira prazerosa.
Para conseguir alcançar essa meta, poderão utilizar as tarefas dadas como alavanca e incentivo para seguir firme com o objetivo.
Na semana passada deixei umas perguntinhas para serem respondidas como tarefa, hoje gostaria de passar a resposta de cada uma delas:

POR QUE COME?
Pergunta lógica e simples que normalmente temos dificuldade de responder, pois é totalmente voltada para o egoísmo, “nossa sobrevivência”.

A resposta mais adequada é que necessitamos nos alimentar para ganhar saúde e servir a Deus e a sociedade.
PARA QUÊ COME?
É preciso considerar sempre que a forma ideal de nos alimentarmos é com o objetivo de manter/melhorar a saúde e a vida para podermos cumprir plenamente a missão de servir a Deus e ao próximo.
Comer com o pensamento e sentimento altruísta para servir a Deus na construção de um mundo melhor.

QUANDO COME?
Pela rotina, devemos nos alimentar quando chega o horário das refeições. Vamos à mesa para nos deliciar dos alimentos que gostamos independente de estarmos ou não com fome.
A resposta correta é que devemos nos alimentar quando tivermos fome e não ter a obrigatoriedade de comer nos horários pré determinados.

QUANTO COME?
O natural é comer até “matar a fome”, isto é, até o estômago ficar recheado sem espaço para mais nada. Quando frequentamos um restaurante de rodízio de carne, por exemplo, nos alimentamos até não aguentarmos mais, principalmente por levar em consideração a questão do custo benefício.
O mais adequado é, ao comer, interrompermos quando ainda sentimos fome. Deixando um espacinho.
No Japão existe um dito popular que diz que quem se alimenta até 80% da sua capacidade, tem saúde e uma vida duradoura. Precisamos nos conscientizar de que tudo tem limite até a alimentação, pois, quando ultrapassamos sofremos com as suas consequências.
É preciso nos alimentarmos com o sentimento de gratidão a Deus e aos produtores que empenham suas vidas para nos oferecer alimentos tanto agrícolas quanto industrializados.
Se conseguirmos nos alimentar com gratidão e mastigando ate sentirmos o sabor do alimento, não será necessário comer em quantidade.

O QUE COME?
Atualmente a grande maioria da população, leva em consideração apenas o custo dos produtos deixando de lado os benefícios em relação à saúde no futuro.
Na realidade não levam em consideração a qualidade dos alimentos, se são saudáveis ou perniciosos à saúde humana.
É preciso estar atento, pois as toxinas que estão presentes nos alimentos têm ocasionado a médio e longo prazo o aparecimento de muitas doenças, algumas são fatais.

 


Tarefas:

  1. Falar 10 obrigados por dia e anotar num agenda ou livro da vida.
  2. Agradecer em qualquer circunstância;
  3. Escrever um bilhete de gratidão às pessoas que tem o desejo de agradecer especialmente.
  4. Praticar a meditação para conseguir alcançar o equilíbrio emocional.
  5. Exercitar a respiração.
  6. Comer com Gratidão (agradecendo ao alimento e a todas as pessoas que fizeram com que o alimento chegasse à mesa)
  7. Receber 10 Obrigados por dia e anotar num agenda ou livro da vida.
  8. Refletir sobre as respostas das perguntinhas que expliquei acima e modificar o pensamento sobre a sua forma de se alimentar

[CASAMENTO] O AMOR AUMENTA O PAVIO CURTO

Outro caso interessante que acompanhei, que mostra como superar esses pequenos contratempos do dia a dia, das diferenças de ser e reagir na rotina, na convivência num lar, foi de um casal cuja esposa era sempre muito irritada, tinha “pavio curto”, como dizia o marido: “explodia” por qualquer coisa. Às vezes, até sem motivo aparente. Ele “pisava em ovos” no tratamento com ela, tomando o maior cuidado para não irritá-la. Isso é ruim, pois acabava não agindo com naturalidade, sempre na “defesa”. O autocontrole é uma das qualidades mais difíceis de se conseguir, mas é, ao mesmo tempo, um dos traços mais marcantes da personalidade do ser humano. Resultado de um treinamento árduo e constante na busca do equilíbrio e da serenidade. Para alcançá-lo, o primordial é procurar descobrir as causas que deixam o “pavio curto” demais.

Esse jovem marido levantou-se numa das reuniões só para homens dos “Encontros de Casais” que costumava realizar e me disse que tinha conflitos com a esposa pois ela brigava e explodia facilmente. Contou que por pouca coisa ela já fazia verdadeiros escândalos. Ele chegava a pegar os filhos, à noite, e sair de casa com eles para não brigar, pois não agüentava os gritos da esposa.

– O que fazer? – perguntou-me ele.

– Aumenta o pavio da sua esposa, assim ela vai demorar mais para explodir.

– Mas como eu faço isso?

– Faça-a feliz, aí o pavio aumenta.

– Como?! Faço tudo por ela, cumpro meu papel de marido… – retrucou.

– O que você faz quando chega em casa? – perguntei-lhe.

– Ah! Quando chego, ela já está dormindo mas deixa gravado numa fita cassete todas as instruções de onde está a comida, o que eu devo fazer, essas coisas.

Quase caí na risada na frente dele! Fita gravada com instruções para o marido??!? Fiquei espantado com esse relato. Disse para ele:

– Gravação em fita!? Você realmente ama sua esposa?

– Amo!

– Acho que não… Em primeiro lugar, se a amasse, ela o esperaria acordada…

Ele me olhou meio “desconfiado”, mas eu continuei:

– Quando você chega em casa e vai tomar banho, deixa o banheiro limpo?

– Não… – respondeu meio confuso.

– Então, a partir de hoje, vai deixá-lo limpinho! E depois do jantar, deixa a cozinha arrumada?

– Não… Isso seria demais!! O senhor sabe o quanto trabalho o dia todo??? Isso é demais!! Ainda chegar em casa de limpar tudo??!!E ela faz o quê??

– Se quer mudar essa situação toda, acabar com as “explosões”dela, terá que, por um tempo, esforçar-se para criar esses hábitos de surpreendê-la com gestos assim de carinho e amor!! De agora em diante, vai passar a jantar e deixar tudo limpo. Inclusive, lave a louça antes de dormir! Dá para entender?

– Mas desse jeito eu vou dormir mais tarde ainda do que já durmo…

– Isso é para salvar o relacionamento de vocês. Você tem que dar exemplo de carinho e amor para que ela vá, aos poucos, percebendo que também deve mudar a conduta dela, e retribuir esses carinhos e gentilezas, e não explodir e brigar. SE VOCÊ MUDA, O OUTRO TAMBÉM MUDARÁ. E NA MESMA PROPORÇÃO.

Passados alguns dias, ele me deu o relatório de suas práticas: chegava tarde em casa vindo do serviço e ainda ia limpar o banheiro, lavar louça… Conclusão: dormia depois de uma hora da manhã.

Na segunda semana de prática, já começou a notar diferença. Estava tomando banho e ouviu barulho na cozinha. Quando foi ver, era a esposa esquentando a comida para ele. Ele ficou emocionado! Animou-se e empenhou-se nas práticas com um amor ainda maior.

E eu insistia:

– E o “pavio” da esposa?

– Está começando a ficar diferente – respondia.

– É porque você está mudando, portanto ela também muda. Basta que um dos dois mude até o ponto de também mudar todo o ambiente.

Na terceira semana, quando relatou sua experiência, estava exultante de felicidade. Ele só dizia:

– Melhorou tanto, o senhor nem pode imaginar!!!

Um dia ele chegou e encontrou a esposa na sala, sentada e esperando por ele. Já não havia mais gravador e ela o ajudou até a arrumar a cozinha. Enquanto ele lavava, ela enxugou as louças. Assim, ele conseguiu até dormir mais cedo.

Mas sua emoção foi indescritível no dia em que, enquanto tomava banho, sua esposa preparou uma comida “nova”(como ele dizia) para ele comer (antes ela apenas esquentava o que já tinha). Ele chegou a pensar: “será que vai ser só hoje, uma única vez”?

Mas não foi. Ela continuou diariamente a lhe preparar uma comida feita na hora para o jantar. E ele ficou tão feliz que começou a imaginar o que poderia fazer para agradecer a esposa. Aí eu lhe perguntei:

– Você dá presentes a sua esposa?

– Não, eu dou o dinheiro e ela compra o que quer.

– Sabe do que ela gosta?

Pensou, pensou, mas não soube responder. Na verdade marido é mesmo desligado desses pequenos gestos, que para uma mulher significam tanto!

– Então descubra – orientei.

Ele acabou descobrindo que ela queria muito um quadro. Eu lhe disse para presenteá-la, pois era um absurdo nunca ter dado um presente à esposa. Ele fez exatamente isso: procurou o tal quadro e deu a ela de presente! Quando ela recebeu o presente, o abraçou forte e chorou de emoção!

Um ponto importante a ressaltar nesta história: no início do casamento, a esposa o esperava chegar em casa e preparava tudo para ele, mas ele foi relaxando tanto como marido que a esposa começou a relaxar também. E casamento não pode ser assim, não pode cair na perigosa e traiçoeira rotina. É preciso haver a eterna reconquista, dia após dia. E lembrar-se que, tentando sempre fazer o outro feliz, é impossível cair na rotina.

Ele, que recebia tudo da esposa, não soube agradecê-la e fazê-la feliz. Acabou perdendo o que já tinha e, “quem tem e não agradece, perde o que tem. Quem não tem, e agradece pelo que não tem, acaba tendo mais do que esperaria!”

Terminando o ciclo dos Encontros para Casais, o amor entre os dois estava tão intenso que a esposa até ficou grávida. Depois de um filho de catorze anos, veio um bebê “temporão”.

Esta história é para os casais aprenderem a não só exigir do outro, mas começar a praticar primeiro a mudança dentro de si mesmo até que o outro mude também.

 


História extraída do livro “A Felicidade no Casamento está Dentro de Cada Um” e está disponível para compra aqui.

[PESO IDEAL] – OS EFEITOS POSITIVOS E BENÉFICOS DA PRÁTICA DA GRATIDÃO

Hoje estou realizando a 5ª postagem da série EQUILÍBRIO NO PESO – PESO IDEAL.
Agradeço imensamente as pessoas que tem enviado seus pequenos relatos do dia a dia, resultado das práticas que estão realizando através das nossas sugestões.

Em razão do acúmulo das práticas do falar e agora do receber obrigado, algumas experiências interessantes surgiram, como esta que segue abaixo:

“Boa tarde Reverendo Koji, estou praticando sim e tenho tido resultados incríveis. Ao agradecer pelo alimento e por todos que contribuíram para que aquele alimento estivesse disponível, senti mais saciedade e menos ansiedade. Antes comia e logo já tinha fome. Agora, com gratidão, sinto que o alimento tem mais energia vital e demoro muito mais a ter fome.
Muitíssimo obrigado pelas valiosas orientações. Grande Abraço de MG”

O relato é do Felippe Clemente que está seguindo as orientações desde o começo do projeto. Gostaria de deixar registrado aqui a minha gratidão a ele por permitir que eu compartilhasse com vocês.

Podemos depreender dessa experiência que muitas vezes a nossa forma de alimentar, até um certo ponto, é inconsciente. Comemos além da nossa necessidade movido por um ímpeto incontrolável e quando nos damos conta, ficamos assustados com a quantidade de comida que ingerimos. Por exemplo, cada pessoa tem uma necessidade de acordo com o organismo e de acordo com o consumo de energia que gasta. O ideal seria consumirmos alimentos para gerar energia para suprir a nossa necessidade.

Para organizarmos um pouco a nossa forma de alimentar precisamos nos ordenar e praticarmos a alimentação consciente.

Aqui vai uma dica para ajudar a colocar em ordem essa desorganização alimentar.

Em tudo na nossa vida existe a necessidade da ordem. Se criarmos desordem nada andará bem, principalmente em relação à nossa saúde.
Aprendi há um tempo algumas dicas de lógica que não praticamos. Sempre sugiro treinar responder a quatro perguntas elementares para nos alimentarmos.

1. Por que e para que comemos?
2. Quando comemos?
3. Quanto comemos?
4. O que comemos?

Não vou responder a essas perguntas, gostaria que pensassem e me enviasse como tarefa para ajudar a organizar a sua mente. O efeito, lógico, tendo a resposta correta, será extraordinário.

Vocês vão perceber que existe uma força estranha que desgoverna todo nosso objetivo para melhorar as coisas. Chama-se espírito secundário que já foi citado na postagem anterior. Ele detona toda a intenção positiva que temos, atuando através do prazer que é o nosso ponto franco. Embora seja prazeroso, nós nos desgovernamos na dose, pois, queremos sempre usufruir máximo possível sem medir as consequências.
Para controlar não basta querer frear, isto é, querer controlar o negativo (o negativo tem um poder muito grande). Vamos aumentar o positivo, que além de equilibrar chegará um momento que o positivo será maior do que o negativo, assim estaremos equilibrando e controlando a sua atuação.

As práticas do obrigado (falar e receber 10 obrigados por dia e anotar) serão o contrapeso para equilibrar e posteriormente preponderar o positivo.

Nesse estágio, estaremos na condição de equilibrar a volúpia de consumo que muitas vezes sentimos, atendendo aquela “voz” que fica em nosso ouvido:
– é só hoje.
– coma mais um pouco, está muito gostoso.
– aproveita que você está pagando…
– Aproveita que é rodízio…
– Aproveita que é buffet livre…

Existem mil maneiras de detonar o caminho do equilíbrio que estamos tentando trilhar.

O que aconteceu com o Felippe é que, de maneira natural e sem sofrimento, percebeu que não sentia mais necessidade de comer a mais.
Esse “mais” muitas vezes é que cria o desequilíbrio.

É preciso lembrar que ninguém aumenta o peso de repente, o aumento é a somatória das miligramas que acumulamos no dia a dia e durante alguns anos.

Portanto, não é perder alguns quilos em pouco tempo, mas controlar as miligramas por dia.

 

EFEITOS DO FALAR OBRIGADO
De maneira resumida gostaria de passar a vocês alguns efeitos positivos que as práticas de falar obrigado que provocam com o passar do tempo.

1- A GRATIDÃO É A MÃE DA ALEGRIA
A alegria é definida no dicionário como uma “emoção evocada por bem estar, sucesso, sorte, ou pela perspectiva de possuir aquilo que se quer”. Quanto à gratidão, é “um estado de apreciar benefícios recebidos”. Em outras palavras, sempre que apreciamos algo que recebemos somos invadidos por uma sensação de bem estar e inundados por um sentimento de alegria.

2- A GRATIDÃO NOS TORNA MAIS JOVENS
Crianças pequenas são criaturas exuberantes, cheias de alegria, prontas a abraçar a vida.
Mas alguma coisa no processo de crescimento tira de nós esse entusiasmo. Vamos tornando-nos retraídos, duros, empedernidos. Isso é tão comum que, quando encontramos uma pessoa mais velha vibrante e cheia de alegria, ela nos parece uma estranha exceção. No entanto, amadurecer e envelhecer, não significa perder o entusiasmo da juventude. Tudo o que precisamos fazer é retomar nosso sentimento de gratidão para voltarmos a ser crianças, como se estivéssemos vendo o mundo pela primeira vez.

3- A GRATIDÃO NOS FAZ SENTIR BEM
A gratidão é um estimulante natural. Funciona tão bem que sempre que sentimos a energia diminuindo devemos pensar em motivos que nos levam a sermos gratos naquele momento.
A gratidão nos faz sentir bem porque aumenta nosso campo de visão. Quando estamos deprimidos, nos concentramos apenas nos problemas e dificuldades. Mas quando sentimos gratidão, de repente o mundo parece mais brilhante cheio de opções prazerosas.

4- A GRATIDÃO FAZ BEM À SAÚDE
Pesquisas científicas recentes indicam que emoções positivas, como gratidão e amor produzem efeitos benéficos à saúde. Elas estimulam o sistema imunológico, permitindo que o corpo resista às doenças e se recupere mais depressa, pela liberação de endorfinas na corrente sanguínea. Endorfinas são anestésicos naturais do corpo. Entre outros efeitos estimulam a dilatação das artérias, relaxando o coração.
Em contra partida, emoções negativas, como preocupação, raiva e desesperança, reduzem o número de células brancas, que combatem as doenças e fazem o organismo despejar altos níveis de adrenalina na circulação, contribuindo para o risco de derrame e doenças do coração.
Isso significa que quanto mais procuramos sentir gratidão, mais endorfina e menos adrenalina bombeamos em nosso sistema o que aumenta a possibilidade de uma vida longa e saudável.

5- A GRATIDÃO APROXIMA AS PESSOAS
Quando somos gratos exalamos felicidade, isso atrai as pessoas e as mantém perto de nós.
Elas querem ficar próximas daquela energia exuberante.
Quando dizemos que um copo está cheio até a metade, em vez de vê-lo vazio até a metade, prestamos atenção no que está dentro dele, em vez de nos fixarmos no que falta.
Quando saímos de dentro de nós e de nossos problemas, para olhar com encantamento as pessoas que nos cercam, expressando gratidão pela presença delas em nossas vidas criamos um campo de energia positiva, que gera felicidade para todos.

6- A GRATIDÃO ELIMINA A PREOCUPAÇÃO.
A preocupação está sempre relacionada com o futuro, enquanto a gratidão é o aqui e agora. Revendo nossas preocupações vemos que todas se direcionam sobre o que pode ou não acontecer. Preocupamo-nos em como vamos mandar nosso filho para faculdade quando ele crescer, com os resultados de exames que vamos fazer, com o futuro do nosso emprego etc. Em todos esses casos projetamos o futuro como algo de ruim que vai acontecer.
A gratidão nos trás de volta para tudo que está funcionando perfeitamente bem agora. O amanhã talvez traga problemas, mas no momento as coisas estão muito bem.

7- A GRATIDÃO É UM ANTÍDOTO PARA A AMARGURA E O RESSENTIMENTO
A amargura é um veneno que deixa nossas almas opacas, tornando-nos resistentes aos prazeres e às alegrias da vida, fazendo com que nos concentremos apenas no que está errado.
A gratidão é a luz interna que podemos usar para iluminar nossas almas. Quanto mais gratos somos, mais luz possuímos, e mais somos capazes de espalhá-la pelo mundo.

8- A GRATIDÃO CURA O PERFECCIONISMO
O perfeccionismo nasceu de um sentimento de carência, assim uma atitude de gratidão se contrapõe a ele favorecendo uma experiência de abundância. A gratidão faz com que nosso mundo pareça completo. Aceitamos a vida como ela é, por mais desorganizada, complicada e fora dos eixos que possa parecer.
A gratidão nos ajuda a aceitar não apenas que o mundo é imperfeito, mas que nós também somos.

9- A GRATIDÃO NOS LIBERTA DO CONSUMISMO
A gratidão nos tira da rotina do consumismo em que caímos.
Se não praticarmos a gratidão no cotidiano, teremos a tendência de consumir demais, porque em geral tentamos preencher nossa carência comprando coisas. Deixamos de registrar que já temos tudo aquilo que precisamos.

10- A GRATIDÃO NOS MANTÉM NO AGORA
Ao deixarmos nossa alma se abrir para a plenitude da gratidão, o passado e o futuro se apagam, e nos tornamos mais vivos no momento presente. Por isso a gratidão é na maioria das vezes sobre o aqui e o agora.

Vamos aumentar a nossa prática da gratidão, procurando aprofundar e descobrir quantas coisas ainda não agradecemos, como por exemplo:

  • O emprego que tem. Quantas vezes reclamam dos chefes, dos clientes e até das empresas? Em alguns casos pensam até em prejudica-los.
  • A esposa/o marido que tem. O Casamento não acontece por acaso, mas pela missão que tem. Se conseguir agradecer poderá viver sempre o lado positivo do casamento.
  • Os filhos que tem.
  • A água e energia elétrica.
  • O ar que respira. Mesmo que não tão puro.
  • Agradecer os fatos desagradáveis. Representa um alerta para nós nos corrigirmos para que no futuro seja positivo.

Temos muitas razões para agradecer. Quem agradece sempre conquistará o que deseja.

“QUEM NÃO AGRADECE O QUE TEM NÃO MERECE O QUE NÃO TEM E SE CONTINUAR RECLAMANDO, PERDERÁ O QUE TEM”

Desejo boas práticas em busca do equilíbrio da saúde, objetivando o PESO IDEAL!

 


Tarefas:

  1. Falar 10 obrigados por dia e anotar num agenda ou livro da vida.
  2. Agradecer em qualquer circunstância;
  3. Escrever um bilhete de gratidão às pessoas que tem o desejo de agradecer especialmente.
  4. Praticar a meditação para conseguir alcançar o equilíbrio emocional.
  5. Exercitar a respiração.
  6. Comer com Gratidão (agradecendo ao alimento e a todas as pessoas que fizeram com que o alimento chegasse à mesa)
  7. Receber 10 Obrigados por dia e anotar num agenda ou livro da vida.
  8. Responder as quatro perguntinhas: O que, por que, quando e quanto como?

[DIA DOS PROFESSORES] AOS PROFESSORES FELIZES

Aos professores felizes, desejo meus parabéns hoje e todos os dias das suas vidas.
O dia de hoje, mais do que uma homenagem, deve ser uma reflexão sobre a verdadeira missão do professor de participar da construção, formação e felicidade dos alunos, garantindo o futuro de uma sociedade melhor almejada por todos.
A cada ano vocês recebem novos alunos para serem formados. Com eles, receberão também, uma nova oportunidade para o melhor cumprimento da missão.
Cumprir essa missão junto a cada aluno no dia a dia refletirá no desenvolvimento do ser e sua felicidade.
Se considerarmos que EDUCAR É ENSINAR O CAMINHO DE SER FELIZ compreenderemos que esta é a grande missão concedida por Deus à todos os educadores.
Portanto, cumprindo esta missão estará assegurada a felicidade dos professores.
Parabéns pela grande permissão de SER DUCADOR.