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EMPRESA DO SER – Instituto de Desenvolvimento da Felicidade

FELICIDADE NO TRABALHO

Priorize a felicidade no trabalho; o sucesso vem como consequência. Cumprir sua missão com espírito voluntário aumenta sua felicidade e realização.

Empresa do Ser

A forma com que uma empresa serve à sociedade, respeitando a ordem, às Leis e contribuindo para a felicidade de todos, define seu espírito.

Visão

Despertar e desenvolver o ser espiritual que coexiste com a matéria no ser humano, objetivando cumprir a sua missão, além da função e forma na construção de um mundo melhor de verdade, bem e belo.

Missão

Através de consultoria, mentoring, coaching, sites, publicações, cursos, palestras e orientações, alinhada com as leis da natureza, tem como objetivo, melhorar a relação entre as pessoas, fazendo com que descubram e cumpram suas missões na vida pessoal, familiar, profissional e social.

Utilizando para isso do continuo aperfeiçoamento, inovação da empresa e formação de multiplicadores através dos estudos e pesquisas técnicos e espirituais.
Visando contribuir para o desenvolvimento do ser humano no ambiente em que está inserido conduzindo-o a ser elemento útil a Deus e a sociedade, colaborando para a construção de um mundo melhor, encontrando o verdadeiro caminho da felicidade.

Sobre

Fundada em 2005 por Koji Sakamoto, a Empresa do Ser aplica práticas espiritualistas em cursos, consultorias e mentoring para o desenvolvimento humano. Sakamoto implantou essas práticas em mais de 50 empresas em São Paulo e publicou dois livros. As práticas espiritualistas não estão ligadas a uma religião, mas visam contribuir para um mundo melhor. Grandes empresas brasileiras estão adotando essa abordagem, focando no bem-estar e felicidade dos colaboradores.

Pensamentos

Doses curtas para reflexão

O que eu ouço, eu esqueço. O que eu vejo, eu lembro. O que eu faço, eu entendo.

Confúcio - (filósofo chinês)

Blog

A missão espiritual no cotidiano profissional

Hoje gostaria de compartilhar algumas reflexões que venho acumulando ao longo de minha jornada, principalmente no que diz respeito à missão que recebemos de Deus e à nossa atuação no mundo profissional.

Tenho trabalhado com a ideia de criar uma ponte entre a sociedade e a espiritualidade, entendendo que a igreja está pronta para acolher, iluminar e orientar a sociedade. Comecei esse trabalho através da filosofia de Meishu-Sama, do Johrei e da vivência dos ensinamentos no cotidiano.

Ao longo de minha trajetória, conheci diversas pessoas em diferentes épocas e contextos, e com cada uma delas compartilhei aprendizados importantes. Acredito que, assim como num trem, em cada estação entram e saem passageiros, mas os encontros nunca são por acaso. É uma jornada, e cada reencontro é uma oportunidade de renovação.

Algo que me marcou profundamente foi observar como, nas igrejas messiânicas, muitos dedicantes atuavam com alegria e amor, mesmo sem receberem nada material em troca. Meishu-Sama ensinava que essa dedicação voluntária era fonte de verdadeira felicidade. E me pergunto: por que não levar esse mesmo espírito para dentro das empresas? Por que tanta gente separa a dedicação na igreja da atuação profissional?

Minha experiência mostra que é perfeitamente possível viver a espiritualidade no trabalho. Aliás, esse é o verdadeiro desafio: praticar no cotidiano, no ambiente empresarial, na sociedade. Não se trata de fazer proselitismo religioso, mas de viver os valores universais, com integridade, amor ao próximo, empatia e gratidão.

Meishu-Sama se autodefiniu como “um cientista da religião” e falou da existência de uma ciência espiritual e uma ciência material. Ele enfatizava a importância da religião abrangente, aquela que atua também fora dos templos, nos lares, nas empresas, na sociedade.

Faço um apelo a todos: vamos parar de separar espiritualidade e trabalho. Todo local em que atuamos é uma extensão da obra divina. Se você está no Banco Itaú, numa empresa de consultoria, numa loja de materiais de construção ou numa escola, a sua presença ali tem um sentido maior. Não foi por acaso. Foi Deus quem te colocou ali.

Quando compreendemos que nossa missão profissional também é divina, mudamos nossa postura. Entendemos que clientes são encaminhados por Deus e pelos antepassados. E, assim, buscamos servir com mais dedicação, carinho e excelência.

Lanço um desafio: que cada um reflita se está cumprindo sua missão espiritual dentro do seu ambiente de trabalho. O trabalho não é separado da religião. É a continuação da obra que Deus nos confiou. Se praticarmos os ensinamentos com sinceridade, dia a dia, os milagres se tornarão rotina, como Meishu-Sama dizia: o milagre é o normal.

A felicidade verdadeira e o sucesso profissional são consequências dessa alinhação entre a vontade de Deus e nossas ações. Portanto, vamos intensificar nossa parceria com Deus, tornar a espiritualidade visível em nossos ambientes de trabalho, em nossas famílias e na sociedade.

Finalizo com uma reflexão: será que já cumprimos nossa missão aqui na Terra? Se ainda temos dúvidas, é sinal de que há mais a realizar. Por isso continuo, e convido cada um a seguir junto nessa jornada.

Muito obrigado.

A Importância da Missão Empresarial: Como Definir e Garantir o Sucesso da Sua Empresa

Por que definir a missão empresarial pode ser um desafio?

À primeira vista, definir a missão de uma empresa parece algo simples. No entanto, durante reuniões e discussões, percebi que muitas pessoas nunca haviam lidado com esse conceito — nem mesmo em suas vidas pessoais. Isso torna o processo mais complexo, levando tempo até que se chegue a uma redação final satisfatória.

Como a missão empresarial é um fator determinante para o destino da empresa, é fundamental que sua definição seja clara e bem estruturada.

Um dos maiores desafios enfrentados é compreender a origem da missão, ou seja, sua relação com os segmentos que serão direta ou indiretamente impactados pelos produtos ou serviços oferecidos pela empresa.

O erro de copiar missões prontas

Muitas empresas simplesmente copiam textos de missão e visão disponíveis na internet. No entanto, esses textos nem sempre refletem os verdadeiros valores, desejos e sentimentos da liderança da empresa.

Além disso, algumas organizações definem missões que não são realistas ou compatíveis com suas capacidades, impondo-as aos colaboradores, fornecedores, parceiros, governo e à sociedade. Essa abordagem não só não gera os resultados esperados, como pode até criar problemas internos e externos, uma vez que a empresa não consegue viabilizar na prática o que prometeu.

Infelizmente, poucas empresas percebem que os desajustes que enfrentam podem ser consequência de uma missão mal elaborada ou desconectada da realidade do negócio.

Empresas que ignoram a missão: um erro estratégico

Surpreendentemente, algumas empresas sequer se preocupam em definir uma missão, considerando isso um luxo ou algo desnecessário. Essa falta de entendimento sobre a importância da missão pode comprometer o crescimento e a sustentabilidade do negócio.

Afinal, uma missão bem definida serve como um norte para todas as decisões estratégicas e operacionais da empresa.

O que dizem os especialistas sobre missão empresarial?

Recebi uma mensagem muito interessante do Sr. João Satt Filho, citando Jack Welch:

“A missão deve ser estratégica, incrivelmente focada em como vencer, por valor e não só por preços baixos, a concorrência na preferência do consumidor. A missão correta é parte do sucesso, mas se os valores da empresa não estiverem orientados no sentido de validá-la, de nada adianta saber o que deve ser feito para chegar ao sucesso. Sem pessoas alinhadas, uma empresa não chegará a lugar nenhum.”

Além disso, Peter Drucker, um dos maiores especialistas em administração, afirmou:

“Uma empresa não se define pelo seu nome, estatuto ou produto que faz: ela se define pela sua missão. Somente uma definição clara da missão justifica a existência da organização e torna possíveis, claros e realistas os objetivos da empresa.”

Outro grande pensador da administração, S. Tilles, reforça essa ideia:

“Você pode não aprender muito ao ler a missão de uma empresa – mas aprenderá muito ao tentar escrevê-la.”

O impacto da missão na cultura empresarial

No processo de elaboração da missão, o empresário começa a redefinir os valores de seus produtos e serviços, tornando-os mais alinhados com a essência do negócio. Esse é um momento de revisão e adaptação, garantindo que a missão não seja apenas um texto bonito, mas algo que realmente guie as ações da empresa.

Com essa mudança, a liderança passa a agir de acordo com a verdadeira missão, facilitando a implantação dessa visão junto a colaboradores, fornecedores, parceiros e todos os envolvidos.

Esse processo contraria dois ditados populares:

  • “Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço.”
  • “Casa de ferreiro, espeto de pau.”

Ao contrário do que essas frases sugerem, uma empresa só será autêntica se praticar aquilo que prega.

A missão empresarial e a conexão com um propósito maior

No ato de elaborar a missão, é essencial compreender que quem delega a verdadeira missão é Deus, o Universo ou o Cosmo.

Portanto, as empresas devem oferecer produtos e serviços que:

Estejam alinhados com a Vontade Divina, sem prejudicar a sociedade ou o meio ambiente.
Sejam benéficos para as pessoas, promovendo bem-estar e felicidade.
Sejam viáveis para o crescimento da empresa, garantindo sua sustentabilidade.

Quando uma empresa consegue entregar valor real aos clientes, colaboradores, fornecedores e à sociedade, ela naturalmente alcança o sucesso e a prosperidade.

Conclusão: o segredo de uma missão bem-sucedida

A definição da missão não deve ser apenas um exercício teórico, mas uma diretriz viva que guia todas as ações da empresa.

Para começar esse processo, reflita sobre uma pergunta fundamental:

“Como posso ajudar a construir um mundo melhor?”

Empresas que se comprometem com essa visão criam um impacto positivo na sociedade e garantem um crescimento sustentável e próspero.


                        Transformando Visão em Ação: O Poder do Pragmatismo

                        Pragmatismo é uma palavra ainda um pouco conhecida no meio corporativo e em todas as atividades empresariais, por essa razão o sucesso que alcançam ainda não é muito duradouro, se é que ele existe.

                        É muito interessante, pois, tenho observado que as empresas que estão conseguindo pragmatizar as suas visões e missões que representam a filosofia, através da direção e seus colaboradores começam a alcançar resultados interessantes.

                        Mokiti Okada na obra PARAISO TERRESTRE cita que William James (1842-1910) “achava que a exposição meramente teórica da filosofia constitui apenas uma espécie de distração; para ele, a filosofia só era válida se fosse colocada em ação”. 

                        E em outro trecho  escreve que “Então , o político não cometeria injustiças, porque, visando à felicidade do povo, promoveria uma boa administração, granjeando, assim, a confiança de todos. O industrial obteria a admiração da coletividade, pois exerceria a profissão honestamente; seus negócios progrediriam com segurança, porque ele mereceria a estima de seus empregados, que seriam fiéis no trabalho. O educador seria respeitado eteria notável influência sobre seusdiscípulos, educando-os com bases sólidas. Os funcionários e os assalariados em geral subiriam de posição, porque a Fé produz bom trabalho”.

                        Portanto, não basta elaborar apenas o texto da visão e missão pela organização, precisa ser pragmatizada isto é colocar em prática o que propôs.

                        Todas as coisas se materializam quando passam por três etapas: o mundo do pensamento, mundo da palavra e mundo da ação. Se não forem vencidas nada estará concretizado. As duas primeiras etapas até que conseguem atender, mas fica sempre faltando a terceira que é a ação, isto é, quando é colocado em prática.

                        Infelizmente, tudo na vida parece que se encerra na cultura mental, isto é do saber faltando o principal que é o seu exercício para que concretize tudo que foi pensado e falado.

                        Quantos livros já lemos? quantas orientações já recebemos? quantas informações já armazenamos? Mas quanto já realizamos?

                        Nós temos a ânsia de obter informações para aumentar o nosso conhecimento, mas não temos o mesmo ânimo para colocar em pratica e principalmente persistir até alcançarmos os primeiros resultados.

                        Aliado a tudo isso buscar a razão de praticar, pois, normalmente procuramos justificativas e razões para não praticar.

                        A GRANDE DIFERENÇA NOS RESULTADOS DAS EMPRESAS, ESTÁ EM PRAGMATIZAR OU NÃO A FILOSOFIA DA EMPRESA REPRESENTADAS PELA MISSÃO E VISÃO.

                        EXPERIMENTE E SABOREIE OS RESULTADOS QUE COLHERÃO. 

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